Laboratório Experimental de Arte Intermédia

O ‘Laboratório Experimental de Arte Intermédia’ surge da necessidade de pensar e conceber um espaço de experimentação e estudo avançado, para uma sensibilização da criação artística contemporânea, a partir do binómio arte sonora e artes visuais. Este Laboratório teve a sua primeira experiência em maio de 2018, na organização da homenagem ao compositor norte-americano John Cage, num momento inovador de colaboração entre compositores, performers, músicos intérpretes e artistas visuais.

Pretende-se, acima de tudo, que seja um lugar de encontro e partilha fenomenológica, entre artistas e académicos, na oferta alternativa de pesquisa e problematização postas em prática sobre as re-leituras do conceito de arte total e a sua ativação num lugar comum, a Sala dos Arcos do Colégio dos Jesuítas.

Conta com a participação de músicos e docentes do Conservatório Escola das Artes-Engº. Luiz Peter Clode e da Licenciatura em Artes Visuais da Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira, apostando numa dinâmica de reencontro com o passado, nas origens da então Academia de Música e Belas Artes da Madeira.

 

Coordenação

Duarte Encarnação

Jorge Maggiore

Grupo de Trabalho:

Aniko Harangi (Pianista, Docente no CEPAM e elemento da OCM)
António Plácido (Actor e Diseur)
Duarte Encarnação (Escultor e Docente na UMa)
Gábor Bolba (Contrabaixista da OCM)
Irene Rodrigues (Saxofonista e Docente no CEPAM)
José Manuel Barros (Clarinetista, Docente no CEPAM e elemento da OCM)
Jorge Maggiore (Compositor Baterista e Docente no CEPAM)
Jorge Luis Mendoza (Percussionista, Docente no CEPAM e elemento da OCM)
Pedro Camacho (compositor / DRC)
Teresa Norton (Performer)

 

Elementos colaboradores internos (Licenciatura em Artes Visuais / FAH):

Doutor Carlos Valente (UMa)
Doutor Vítor Magalhães (UMa)
Doutor Pau Galbis (UMa)

Elementos colaboradores externos / Convidados:

Doutor António Baía Reis | artista multidisciplinar/investigador (Universidade do Porto)

Doutor Miguel Molina Alarcón, Professor Catedrático (Universidad Politécnica de Valência) 

Doutor Paulo Esteireiro (Chefe da Divisão de Investigação e Multimédia da Direção de Serviços de Educação Artística e Multimédia)
Rodrigo Camacho (Compositor)
João Pedro Pupo (Compositor)

Design: Paulo Freitas / Filipe Gomes

O Edifício da Reitoria da Universidade da Madeira (UMa), no Colégio dos Jesuítas do Funchal acolheu, a 21 de novembro último, uma instalação performativa inédita do artista e académico António Baía Reis, intitulada Uma escultura deixada ao esquecimento. Esta instalação performativa toma como inspiração basilar a escultura Rendimento Diário (1997) do artista António Rodrigues e, propõe uma reflexão acerca do conceito de Arte Pública mais concretamente, da ideia da Arte Pública deixada ao esquecimento. Durante a sua performance, António Baía Reis utilizou uma combinação de música, teatro e vídeo arte para dar som, voz, cor e movimento ao inanimado e esquecido, exultando o valor que a Arte Pública encerra, procurando gerar consciencialização social e política para a atual situação desta obra deixada ao abandono durante mais de 20 anos.

126059384_3432638213523705_9160600818533678721_o

Pontes e Caminhos da Música Contemporânea
- Simpósio + Concerto -

Realizou-se a 30 de janeiro de 2020, no Teatro Municipal Baltazar Dias, numa parceria entre esta instituição, o Conselho de Cultura | UMa e o CEPAM – Conservatório Escola Profissional das Artes da Madeira Eng.º Luiz Peter Clode. A iniciativa foi de Aniko Harangi em colaboração estreita com Duarte Encarnação.

 

Para mais informações relativas ao evento consulte o site:

https://oneline.pt/pt/musicacontemporanea/#

– Sessão de Abertura – 

Fotografia: © Paulo Esteireiro

cartaz_jc

Espetáculo de lançamento

Homenagem a John Cage

Maio de 2018 – Sala dos Arcos | Colégio dos Jesuítas | Funchal